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  • Eni Marçal

GOVERNANÇA PÓS CRISE



Governança Pós crise:

E agora o que fazer?

É justamente num momento de crise que a maturidade da governança se torna tão fundamental para a saúde das empresas, pois elas terão a oportunidade de dedicar tempo para analisar suas políticas, suas ações, seus investimentos, revendo com maior critério e detalhe todos os processos, suas receitas, despesas e suas formas de decisões.

As boas práticas de mercado e os princípios: equidade, transparência, prestação de contas e responsabilidade corporativa, mais do que nunca terão que alinhar o fator financeiro com os fatores: ambiental, social e governança.

Governança Corporativa além de reduzir o risco do mercado e recuperar sua atratividade, precisa aperfeiçoar-se e tornar isso um objetivo e uma ação permanente, perseguindo sua melhoria contínua, como uma forma de defesa da própria organização, de mitigação de riscos que tem como objetivo diminuir o impacto e probabilidade de ameaças em um projeto a ser executado. Bem como de redução do custo de capital e cenários com vulnerabilidade, interdependência, incertezas da maior garantia da perenização do negócio em cenário com volatilidade, incertezas e agilidade de decisões.

A crise afetará todos independente de porte por número de pessoas, por faturamento, segmento, por região geográfica, nacional ou internacional, porém as que tiverem realizado a sua jornada de governança certamente as perdas serão menores, tendo em vista terem prontos:


· Propósito alinhado com os sócios

· Acordo de acionistas estabelecido

· Planejamento estratégico com cenários de vulnerabilidade e incertezas

· Orçamento

· Uma estrutura organizacional estabelecida

· Sistema de informações integralizado

· Prestações de contas

· Conselho Consultivo atuante

· Código de ética e de conduta

· Plano de capacitação e de maior engajamento dos colaboradores, sócios e familiares

· Protocolo familiar

· Regras de contratação

· Equipe alinhadas com os propósitos e metas a serem cumpridas

· Ferramentas adequadas

· Comunicação eficiente

Enfim, a crise comprova o que Peter Druker fala “A operação engole a estratégia no café da manhã “, enquanto que a governança, neste novo normal acelera e agrega valor e não custo, estrutura organizada proporciona longevidade e perenidade empresarial e familiar.

Conviver com a flexibilidade, num mundo incerto, faz necessário que as decisões sejam mais objetivas, pontuais.

Venha e vamos juntos, a quatro mãos, implementar uma gestão e uma governança para este novo cenário que é volátil, incerto e que demanda agilidade e inovação nas decisões.

Eni Ferreira Marçal

Conselheira externa de Conselhos Consultivos e de família, Consultora em projetos de Gestão Empresarial e Governança Corporativa.

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